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APCC

Famílias ajudaram a dar novos nós aos fios de união da Formação Profissional da APCC

Todos os dias, formandos, formadores e a restante equipa da Formação Profissional da APCC – Associação de Paralisia Cerebral de Coimbra tecem fios invisíveis de partilha e respeito. E no passado sábado, esses fios ganharam novos nós, com a presença das famílias e outras pessoas significativas num dia da amizade, união e confraternização! Pelo segundo ano consecutivo, a Quinta da Conraria foi mesmo um lugar de encontros e afetos para esta comunidade alargada, com a boa disposição e a entreajuda a nunca faltarem.

Boa parte da manhã foi passada a percorrer caminhos que todos conhecem muito bem, mas com um propósito diferente do habitual: completar um peddy-paper que desafiava a olhar em volta com atenção e a descobrir pormenores que o quotidiano não revelara ainda. Mesmo com os participantes divididos por equipas, todos se ajudaram mutuamente a encontrar as respostas certas, e por isso no final só houve vencedores!

Quando o grupo se sentou para o almoço, que foi também um pretexto para (re)encontros e novas amizades, não havia cansaços, mas antes uma alegria profunda por ter participado na celebração de uma família diversa e coesa. Porque afinal, como dizia a canção com que o dia se iniciou – escrita propositadamente para aquele momento – de mãos dadas ninguém fica só.

Esta foi mais uma das diversas ações promovidas pela APCC no âmbito da Formação Profissional com o propósito de complementar as aprendizagens formais. Os seus objetivos foram  promover a participação  dos formandos em experiências significativas, melhorar o seu bem-estar físico e emocional, aumentar a participação e o envolvimento da família e outros elementos significativos e reforçar a intervenção psicossocial e formativa.

A Formação Profissional desenvolvida na APCC possui características diferenciadoras que visam proporcionar um desenvolvimento mais inclusivo, personalizado e adaptado às necessidades específicas dos formandos. Destina-se a pessoas com deficiência ou incapacidade, maiores de 18 anos e em situação de desemprego, que pretendam (re)ingressar de forma sustentada no mercado de trabalho, bem como pessoas com deficiência adquirida ou agravada, à procura de nova qualificação ou reforço de competências.