APCC

Todos em jogo, no Torneio de Futebol da Quinta da Conraria

Quando se realiza um Torneio de Futebol da Quinta da Conraria, há uma certeza: a Formação Profissional joga em casa! Porque é com o entusiasmo de formandos e formadores que tudo começa, desde as conversas iniciais sobre a vontade de fazer uma peladinha ao pontapé de saída do primeiro jogo. Mas como o trabalho de equipa é sempre o mais importante, os utentes do Centro de Atividades e Capacitação para a Inclusão (CACI), que não perdem esta competição amigável por nada, nunca se sentem como visitantes.

Foi por isso que ontem, no campo de futebol da Quinta, houve fintas, desarmes, defesas e golos, mas sobretudo muita energia positiva, numa manhã em que todos vestiram a camisola da APCC – Associação de Paralisia Cerebral de Coimbra! E não falamos só dos craques que espalharam magia em campo, mas também dos muitos adeptos fervorosos que vibraram nas bancadas. Foi mesmo uma manhã em que ninguém ficou fora de jogo!

Numa semana em que não faltaram partidas decisivas na Liga dos Campeões e na Liga Europa, acreditamos que foi neste quadrangular – disputado por duas  equipas constituídas por formandos, outra por formadores e técnicos e ainda a equipa da APCC e Academia Sporting Ribeira de Frades – que se viveu o verdadeiro espírito do futebol, enquanto modalidade capaz de juntar pessoas diferentes em torno de um objetivo comum. Como acontece, de resto, todos os dias com a própria Associação.

A organização dos torneios de futebol da Quinta da Conraria, pela Formação Profissional, pretende dar resposta a necessidades como a participação dos formandos em atividades significativas e a promoção de hábitos de vida saudável através da prática do exercício físico, bem como o desenvolvimento de competências de cooperação e responsabilidade.

A Formação Profissional desenvolvida na APCC possui características diferenciadoras que visam proporcionar um desenvolvimento mais inclusivo, personalizado e adaptado às necessidades específicas dos formandos. Destina-se a pessoas com deficiência ou incapacidade, maiores de 18 anos e em situação de desemprego, que pretendam (re)ingressar de forma sustentada no mercado de trabalho, bem como pessoas com deficiência adquirida ou agravada, à procura de nova qualificação ou reforço de competências.