APCC

Final da época trouxe um triunfo expressivo da parceria entre a APCC e a Academia Sporting Ribeira de Frades

O último passe, a última finta, o último desarme, o último remate, o último golo… Todos estes momentos estiveram presentes no derradeiro treino dos utentes da APCC – Associação de Paralisia Cerebral de Coimbra com os técnicos da Academia Sporting Ribeira de Frades, ontem, no Campo do Sporting Clube Ribeirense. E uma das boas notícias é que este momento só marcou mesmo o final da época, porque esta é uma parceria para continuar e já todos mal podem esperar pelo regresso!

Outro destaque positivo é mesmo a notória evolução dos nossos futebolistas, não só nos aspetos técnicos do jogo, mas também na confiança crescente que demonstram nas suas capacidades e na forma como funcionam enquanto equipa e ultrapassam rivalidades. Uma transformação que tem vindo a ser notada desde o primeiro treino na Quinta da Conraria, em fevereiro deste ano, e que representa uma grande vitória!

E para completar a tripla de motivos para sorrir que marcaram a manhã de ontem, só falta mesmo dizer que ela foi partilhada também com as crianças e jovens que participaram na última semana do programa de treinos Improved Football Program, dinamizado pela Academia Sporting Ribeira de Frades – e que elas foram uma claque incrível para os utentes da APCC!

A parceria entre a APCC e a Academia Sporting Ribeira de Frades proporciona a utentes do Centro de Atividades e Capacitação para a Inclusão (CACI) e do Centro de Atendimento, Acompanhamento e Reabilitação Social para Pessoas com Deficiência (CAARPD) a participação em atividades regulares e estruturadas relacionadas com o futebol. O objetivo é reforçar valores como o empoderamento, a autodeterminação ou a cidadania ativa, além de promover a prática desportiva e a sua importância.

O CACI e o CAARPD são duas das respostas sociais da APCC sediadas na Quinta da Conraria. A primeira pretende promover a autonomia, a vida independente e a valorização pessoal, enquanto a segunda apoia pessoas que, transitória ou definitivamente, se encontram impossibilitadas de frequentar outro tipo de estruturas.