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“96 Decibéis”, para ver (e ouvir) em março e abril: o amor num mundo em ruínas, pelo Teatrão e Terra Amarela com música dos 5ª Punkada

“96 Decibéis” é um espetáculo sobre as possibilidades do amor num mundo quase a vacilar. Esta cocriação do Teatrão e da Terra Amarela – com encenação de Marco Paiva, texto de Alex Cassal e música ao vivo composta e interpretada pelos 5ª Punkada com Victor Torpedoestreia já no dia 27 de março, na Oficina Municipal do Teatro, e fará depois temporada até 26 de abril. Os bilhetes estão já à venda no local, postos Ticketline ou online através de tinyurl.com/96Decibeis.

Pensado para todos a partir dos 14 anos de idade, este ensaio sobre o desejo em tempo de cólera apresenta-se como uma deambulação contínua entre o concreto e o onírico, o som e o silêncio, o fragmentado e o possível, que faz da memória um território vivo onde o amor se volta a inscrever. Propõe reconstruir: edificar novas ideias e utopias, reinventar relações, enterrar cadáveres e plantar o futuro. Porque no meio de tanto ruído, ainda somos bem capazes de nos apaixonar.

Haverá 20 sessões para público geral ao longo de cinco semanas, em diferentes horários (quartas e quintas às 19H00, sextas e sábados às 21H30 e domingos às 17H00), todas com legendagem. As apresentações de 8, 18 e 26 de abril terão audiodescrição. Serão ainda realizadas seis apresentações para públicos escolares, do 9.º ao 12.º anos, nos dias 9, 10, 16, 17, 23 e 24 de abril (às 14H00).

“96 Decibéis” é uma das muitas áreas de atividade e intervenção do “Mais”, um projeto de formação artística para a profissionalização de artistas S/surdos e com deficiência. Trata-se de uma iniciativa do Teatrão, que tem como parceiros a APCC – Associação de Paralisia Cerebral de Coimbra, a Terra Amarela, a Omnichord (editora dos 5ª Punkada), a ACAPO, o Agrupamento de Escolas Coimbra Centro, o Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, o Grupo de Trabalho Pessoas com Deficiência da Rede Social de Coimbra e o Plano Nacional das Artes, sendo financiado ao abrigo do programa Centro 2030 – Inclusão pela Cultura da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro.